quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Depois


Linda essa nova música da Marisa Monte. Eu não vejo a hora de ouvi-la ao vivo. Há de ser muito bom. Curtam...

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Gilda Rita Hayworth ou Rita Hayworth Gilda

Voltando a falar sobre os filmes que marcaram época, aqui vai mais uma opinião pessoal, hoje sobre o filme do diretor Charles Vidor, ano 1946, Gilda.
Eu particularmente vi o filme que  foi exaustivo|, porém intrigante, e pude notar que ele foi feito para explorar a irresistível aparência de Rita Hayworth. Estou errada? Bom, quem já viu o filme pode me dizer se sim ou não. Tudo bem que o filme fala de uma mulher bonita e sedutora, e atriz principal é tudo isso. Mas eu acho que esse contraponto é um pouco confuso. Afinal, o filme é de uma mulher bonita e a atriz se encorporou no personagem ou a atriz é bonita e o personagem se encorporou na atriz?
Perdoem-me essa indagação ingênua, foi só um idéia vaga que sobrevoou a minha mente. Porque tudo isso não faz a menor diferença; de  verdade não faz. Rita Hayworth é linda, isso é inquestionável. O diretor Charles Vidor é um arrazo, inquestionável também. Juntou- se os dois mais o roteiro e deu no que deu: um filme com uma personagem linda e sarcas. Aliás beleza e ironia faz uma combinação deliciosa de se ver.
Creio que não preciso resumir o filme já que a postagem hoje está bem óbvia. Então só para induzir você caro leitor a ver o filme, aí vai uma palinha dele: O melhor de Rita Hayworth em Gilda.


sábado, 5 de novembro de 2011

Um olhar feminino

Livros, novelas, músicas levantam a todo tempo diversas questões atuais que, não as desmerecendo, estão fora de um contexto real. Há um tema que é ignorado por vários fatores e eu não o vejo de forma alguma bem desenvolvido: a mulher.
Questões óbvias aqui não serão abordadas. Como exemplo: "A mulher no ambiente de trabalho", "A mulher moderna", e tal. Falaram disso? Sim, mas sobre um olhar ainda não ampliado, um olhar restrito, um olhar machista, um olhar masculino.
Ainda é muito difícil retratar esse assunto por a sociedade estar entrelaçada com o passado. Difícil não é o preconceito, mas desfazer uma cultura que nos assombrou e nos assombra até hoje. Cultura essa que muitas mulheres se conformam e não lutam por igualdade em todos os âmbitos, no trabalho, em casa, na família, no relacionamento social, no relacionamento a dois.
Afinal qual é o papel da mulher? Base construtora da família? Isso porque ela procria? Todo esse "dogma" é muito questionável. Por que não ser diferente? Por que não fugir do que me me disseram quando criança? Por que não?
As mulheres avançaram muito entrando no mercado de trabalho, isso consta nos livros. Mas os livros não me disseram que retardam o seu domínio quando do ponto de vista social. Isso eu pude observar no dia a dia mesmo.
É incrível mas ainda existem mulheres que se casam por estarem grávidas; que não pensam em si, mas numa possibilidade urgente de união estável mesmo não sendo por amor, só para "se dar um valor" perante as pessoas.
Já me disseram para não agir de determinada forma simplesmente por eu ser mulher. Aquilo me subiu o sangue, devo confessar. E eu, como sempre, comecei a discutir essa questão do verdadeiro papel da mulher, se é que existe um; se existe uma maneira certa de encaminharmos a nossa vida; se essa maneira é imposta pelo nosso real querer ou por uma cultura falha.
A filosofia viajou nesses questionamentos; a psicologia julgou esses questionamentos; mas a sociologia os enxerga como eu os enxergo, por querer debater de frente.
Talvez o texto tenha ficado meio torto. Mas o importante não é a beleza das palavras, nem a certeza da gramática, é o debate. Aqueles que se incomodam com o debate estão condenados a viver num mundo criado por moldes já pré- estabelecidos. Isso é terrível porque vivemos para frente, querendo sempre mudar e melhorar, e não vivemos para trás, seguindo passos marcados que nem eu sei quem inventou ser aquela a melhor maneira de se chegar lá.
É preciso que os autores explorem e até induzam o leitor, telespectador a se libertar; a olhar a vida por um lado mais lógico e não óbvio; a ser mais forte, tão forte quanto nós mulheres.... Assim com jeitinho, no prisma de um olhar feminino.

sábado, 3 de setembro de 2011

Nada mais que óbvio!

Sábado nublado,chocolate quente, computador ligado, casaco, cachorro no colo pra aquecer também. Nada mais que óbvio?

sábado, 27 de agosto de 2011

Brasil cresce e sua imagem decresce!

Acabo de ler uma reportagem revoltante, do escritor Francis Levy que está lançando o livro " Seven days in Rio", no qual segundo o site do jornal o globo classifica o Rio de Janeiro como capital do Sexo e o define como o lugar onde o número de prostitutas é igual ao número de ratos no metrô de N.Y.
Americanos comparando o Brasil como o lugar da bagunça e ofendendo as mulheres daqui, não é novo. Mas é impossível ler uma reportagem dessas e não se revoltar mais uma vez.
Além de que esse escritor justificou sua imprudência dizendo que tudo é ficção, comédia. Para mim a ficção tem limites, porque nesse caso foi mais fácil usar a mente brincalhona para por em um livro os pensamentos sórdidos e preconceituosos gerados por uma falsa cultura que até hoje nos assombra. Um escritor de ficção, ao meu ver, não pode simplesmente ignorar os seus próprios ideais e se esconder na "inocente" imaginação.Há uma nação inteira envolvida em algo que a mente dele criou para algo ruim. Porque um livro não é um diário, é algo que milhares de pessoas lerão, e via de regra concordaram com o que ele escreve, já que um escritor muitas das vezes é uma referência de vida e experiência para os leitores. É aí onde mora um dos problemas dessa situação. Um livro como esse faz sim, independente de ser ficção, apologia ao turismo sexual, a violência contra mulher.
A fama da mulher brasileira ser isso o aquilo, é fama. Não quer dizer que seja. E mesmo se fosse ninguém pode derespeitar ninguém, muito menos publicar um livro vulgarizando e generalizando uma raça inteira.
Ainda, a culpa não é do imaginário perante as paisagens e as mulheres brasileiras, mas sim da postura que o próprio Brasil teve e ainda tem com essa relação Brasil- exterior. O turismo foi propagado pelas bundas das mulheres nos cartões postais. O cinema brasileiro sempre insiste em produzir e enviar para o exterior histórias de violência e pobreza em extremo. O Brasil permitiu que uma equipe estrangeira cinematográfica vinhesse para cá gravasse um longa aqui mesmo, falando mal do próprio Brasil.
Não que a culpa não gire também nos criadores de histórias que falam mal do Brasil, mas é toda uma cultura, uma imagem sustentada por quem quer tirar lucro, por quem quer qualificar de qualquer forma a mulher brasileira, por escritores perturbados que querem além de vender, querem unificar sua idéia incerta.
O Brasil pode ser um País sensual, de mulheres bonitas, mas respeito e proteção é o mínimo que nós merecemos.
Será que algo será feito? Acredito que não. Pois essa é mais uma obra que contradiz a real situação. Enquanto o Brasil cresce, sua imagem cada vez mais decresce, e há ainda quem concorde e aplauda.




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Marisa Monte de volta

Os fãs da Marisa Monte estão arrepiados e ansiosos com o seu novo trabalho que está por vim. Eu com certeza não fico de fora dessa porque como muitos já sabem eu não resisto a voz e o talento da Marisa Monte. Mas o fato é que além dessa admiração pela cantora, nós fãs sabemos que não se trata de mais um trabalho mas sim de um novo sucesso. Marisa Monte só lança coisa boa. E essa constatação é que nos deixa na expectativa de saber qual é a próxima canção que entrará para história.
Vamos aguardar então.
Beijos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Twitter

Galera, o link pra me seguir no twitter está lá em baixo do blog. Aos pouquinhos aparecem os seguidores... Beijos.

sábado, 30 de julho de 2011

Mais conectada

Pessoal, estou montando um twitter. Quanto estiver legal eu mando o link pra cá.
Beijos...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

"Crônicas Minhas" mais dinâmico

Agora o blog tem uma caixa de diálogo no canto esquerdo, logo ali em baixo. Essa é uma boa forma de você, leitor, marcar sua presença aqui. Às vezes não se tem nada a dizer sobre uma postagem, a caixa de diálogo, então, permite que você se expresse sem precisar ser específico. Digam bobagens,se façam presente de qualquer jeito, mas digam coisas boas. Esse é um ambiente de alegria; Esse canto agora também pode ser seu!

Fui...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Antiguidades é comigo

Estou com uma vontade imensa de ter um toca disco e iniciar uma nova coleção, só que dessa vez de vinil. Pesquisando ali e acolá, encontrei no youtube esse video super legal e acabei por confirmar minha vontade.

sábado, 18 de junho de 2011

video no sábado é sempre bom!

Sou apaixonada por essa cantora, não tem como não ser. Ela tem presença de palco, canta bem e ainda valoriza a verdadeira essência da música brasileira. O que fazer? Se deliciar com essa linda apresentação.



Fui...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Bem- vindo frio!

Nunca senti um frio tão pesado como o que senti ontem! Hoje é que parece que deu uma amenizada. Não estava nem conseguindo aquecer as mãos. Mas ainda assim eu prefiro o frio e espero de braços abertos, ou melhor de braços bem fechados para me aquecer, a chegada do inverno no mês que vem.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ainda bem!

Enfim, muitos reclamam da atual política corrupta. Até eu reclamo, devo confessar. Mas hoje ao ver que os vereadores cancelaram aquela compra absurda de 51 carros luxuosos, percebo o privilégio de se viver numa democracia. Porque foi graças a pressão popular e a liberdade da imprensa, que os vereadores tomaram uma postura diferente perante o caso.
Foi tão grande o alivio que eu senti ao saber que essa loucura não iria para frente. Era quase que uma zombaria da cara do povo. Ufa! Ainda bem que pelo menos nesse caso tudo terminou bem. Mas é uma pena que eu me anime tanto com algo que deveria ser normal, a honestidade.
Fui...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sentir ou não sentir... Eis a questão!

Verdade não foi feita para ser escondida, mas sim, dita.
Mesmo que seja doída, espontânea, rápida, mal falada e até exagerada. Melhor será separar o que você aceita ou não, do que sorrir e dizer que está tudo bem após ouvir uma mentira.
Mesmo que você perca um segundo, um minuto, uma hora, dias ou até meses. Por favor, espere. Vá lá no fundo dos seus sentimentos e veja se realmente aquilo que você falaria seria conveniente com o que sentes. E se ainda assim não souberes o que dizer, não diga. Ou melhor, só diga "não sei". Não saber também pode ser verdade.
Estamos tão mecanizados com o modo de ser um ser humano, que até nos esquecemos de perguntar: Será? Sim ou não?
Mas fácil dizer eu te amo, mesmo sem isso sentir, para ganhar um beijo ou atenção. E o pior é que muitas vezes nem reparamos que dizemos amar alguém! Porque não foi sentimento verdadeiro, foi o impulso de querer ser normal e dizer que ama também.
Há de ser mais prazeroso e natural quando nos perguntamos antes de afirmar coisas óbvias.
É privilégio discutir com nós mesmo o que sentimos. Porque encaramos os fatos de frente sem medo de saborear o que se sente.